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Teoria do Manejo da Irrigação

No adequado manejo da irrigação procura-se melhorar ou, no mínimo, manter as condições físicas, químicas e biológicas do solo, prolongando-se, dessa forma, o período de vida útil do projeto.

A uniformidade de distribuição e o controle da aplicação da água são os dois maiores pré-requisitos técnicos para uma boa irrigação. Observa-se, de forma geral, que a falta de controle adequado dos sistemas de irrigação implica em distribuições de água com baixa uniformidade, abaixo do potencial do sistema, indicando que o desempenho do sistema não depende somente da qualidade do projeto e dos materiais, mas também da ocorrência de entupimentos, da operação e da manutenção.

O manejo correto da irrigação envolve três etapas distintas e complementares:

a) definição correta das datas e das lâminas de água a serem aplicadas (parte básica);

b) definição das metas de eficiência de aplicação da água para o sistema, e ajuste do funcionamento deste para atingir esses limites;

c) manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos e sistemas, para que tenham condições adequadas de funcionamento.

As características, funcionamento e potencialidades de um sistema de irrigação são aspectos que não podem ser negligenciados, pois eles têm influência no manejo. Por exemplo, o pivô central apresenta características de aplicação de água distintas com relação à aspersão convencional, que por sua vez difere da irrigação localizada.

Os métodos de programação de irrigação podem ser divididos em três grupos:

a) Os que se baseiam unicamente no conhecimento do estado hídrico do solo, ou seja, no manejo da água útil do solo (W) e do nível de esgotamento permissível. Qualquer equipamento para monitoramento da umidade do solo pode ser utilizado neste método como: blocos de gesso, tensiômetros, medidas diretas etc.

b) Os que se baseiam nos conhecimentos do estado hídrico da planta, seja de forma direta, como é o caso da câmara de tensão xilemática, seja de forma indireta, através de sua temperatura como indicador do estresse hídrico da planta.

c) Os que se baseiam na variação do balanço hídrico do conjunto solo-planta-atmosfera. Esta variação pode ser feita em superfícies muito reduzidas, como é o caso dos lisímetros, ou em unidades maiores, parcelas ou zonas de irrigação, com diferentes níveis de precisão.

Fonte: Curso de Irrigação: Sistemas, manejo e gestão em condições de campo

Adaptação:   Equipe CPT Cursos Presenciais

Autor(a): Everardo Chartuni Mantovani e Marcelo Rossi Vicente

Data: 04/01/2010


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