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O futuro do agronegócio deverá ser voltado para a produção sustentável de alimentos

Brasil tem pela frente o desafio de criar condições para oferecer produtos com certificação ao mercado internacional.

Durante o evento “Global Agribusiness Forum”, em São Paulo, debatedores discutiram o tema “Agribusiness do futuro” e chegaram à conclusão de que o futuro do agronegócio em todo o mundo deverá ser voltado para a produção sustentável de alimentos com mais qualidade e certificados, em função da crescente demanda de países ricos por produtos com certificação nos supermercados e restaurantes.

O diretor-executivo do Center for Agricultural and Rural Development (Card), da Iowa State University, Bruce Babcook, destacou o crescimento de supermercados, especialmente em países ricos, com variedades de produtos alimentícios frescos, de qualidade e que requerem uma apresentação apropriada nas gôndolas e estabelecimentos de vendas mais modernos. Além disso, Babcook ressaltou que os gastos com a alimentação fora de casa também vêm subindo, principalmente de redes de fast-foods que investem em alimentos certificados. Como exemplos Babcook citou a JBS, que deixou de adquirir cabeças de propriedades que fazem o desmatamento ilegalmente; o caso da Mc Donald's e Burger King, que investiram em campanhas contra o confinamento de suínos durante a gestação.

De acordo com o diretor-executivo não é apenas a demanda por produtos da chamada "economia verde" que irá crescer, mas sim a oferta de mercado cada vez mais crescente de alimentos produzidos com alguma certificação, o que vai reeducar a maneira de consumo da população.
  João de Almeida Sampaio Filho, presidente da Cosag – Fiesp, lembrou que a carne brasileira não tinha marcas anos atrás e que hoje as carnes certificadas têm, naturalmente, preços diferenciados. Segundo ele, enquanto os países emergentes aumentam o consumo de carne, independentemente da exigência de padrões de qualidade, nos países ricos, os consumidores querem produtos com procedência conhecida e com homogeneidade certificada.

O confinamento não é apenas uma oportunidade para a terminação de engorda do rebanho no período da entressafra, mas também uma obrigação em termos de padronização da qualidade das carnes. Ele afirma que, dentro do Programa Nelore Natural, os frigoríficos chegam a pagar até R$ 5 por arroba como premiação aos produtores que garantem padrões como qualidade e rastreamento da carne, acrescentou Almeida.

"Apesar do crescimento global, ainda há cerca de um bilhão de pessoas no mundo que vivem na fome. Essa é uma oportunidade gigantesca do Brasil ser protagonista nesse cenário. E a solução para isso é a tecnologia", não é uma questão de escolha de apenas um modelo de produção, mas, sim, de ambas a fim de atender as mudanças na dieta dos países emergentes e a oferta de alimentos para toda a população mundial, defendeu André Dias, presidente da Monsanto, que também participou do debate.

Fonte: Revista Globo Rural

Adaptação:   Equipe CPT Cursos Presenciais

Autor(a): Silvana - Equipe CPT Cursos Presenciais

Data: 01/10/2012


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