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Pastagem Proteica, Produza mais Leite e Diminua seus Custos

Uma inovação no uso de forrageiras para pastejo é o uso de leguminosas para alimentação do gado. As leguminosas são plantas capazes de fixar nitrogênio atmosférico com ajuda de bactérias que se agregam ás raízes das mesmas, tornando as plantas ricas nesse elemento, que é o principal formador das proteínas, fazendo com que sejam plantas com altos índices protéicos. Sendo fontes interessantes para pastagem para alimentação do gado. Dentre muitas leguminosas, duas vamos citar nesse artigo que estão sendo muito usadas pelos pecuaristas. Uma delas é a alfafa.

A alfafa considerada por muitos a ''rainha das forrageiras'', possui teor de proteína bruta entre 22 e 25%, sendo de grande valia sua utilização. Os produtores que já adotaram esse sistema costumam deixar suas vacas menos de 1 hora por dia em pequenos piquetes, que proporciona aumento imediato na produção de leite. Com isso, esse pasto iguala aos concentrados de alto teor protéico, trazendo economia ao produtor. Além do custo, menor, o pastejo da alfafa é ecologicamente sustentável, não consumindo energia e combustível no seu preparo e transporte, e também diminui a mão de obra para alimentar os animais. A parte complicada para utilização da alfafa é que esta é uma cultura muito exigente, tendo que ter cuidados com umidade, pragas, e fertilização do solo. Um produtor que esteja interessado a utilizar dela, terá que ter conhecimento de manejo de pastagens irrigadas ou procurar um Eng. Agrônomo responsável para implantar o projeto.

Outra leguminosa que pode ser usada em pastagem protéica seria a soja forrageira. Tendo qualidade semelhante à alfafa, quando colhidos com o máximo de matéria seca por hectare (quando as sementes são de tamanho quase grande e as folhas não tenham começado a cair), o peso da forragem seca é aproximadamente 3 vezes a semente madura. Um hectare rende cerca de 50% a mais que uma forrageira comum.

Concluindo, um produtor que queira inovar e produzir mais sem gastar muito, deve usar dessas novas plantas consorciadas com as forrageiras já usadas, tendo sucesso na sua produção. 

Fonte: Fonte: CPT - Cursos Presenciais

Adaptação:   Equipe CPT Cursos Presenciais

Autor(a): Equipe CPT - Cursos Presenciais

Data: 18/05/2011


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