Artigos e Informativos






O CPT Cursos Presenciais garante a você 100% de segurança e confidencialidade em seus dados pessoais e e-mail.
A Amoreira como Fonte de Nutrientes na Alimentação de Ruminantes

Por muito tempo, o cultivo da amoreira esteve vinculado à sericultura, já que é a única fonte de alimento do bicho-da-seda. Mas, recentemente, tem se destacado como alternativa na nutrição alimentar de ruminantes, fato que se deve à ótima aceitabilidade pelos animais, seu alto valor nutritivo, grande produção de matéria por área seca e bom desenvolvimento.

A amoreira possui grande potencial produtivo e, se conduzida para fins forrageiros e manejada com podas periódicas e rentes ao solo,  produz ramos tenros. No período das chuvas, podem-se fazer de três a quatro cortes, respeitando-se o intervalo de cinquenta a sessenta dias para garantir que a planta não cresça livre, pois ela pode atingir cerca de dez metros de altura, o que não seria viável para esta finalidade.

Estudos revelam que com um melhoramento em seu cultivo, a amoreira pode produzir cerca de 20 t/ha/ano de matéria verde em folhas (FONSECA E FONSECA, 1986). Além disso, quando oferecida aos animais juntamente com outras forragens, é notável sua preferência pela amoreira. Pode ser oferecida aos ruminantes, misturada na forma de forragens, picada ou mesmo em pastejo direto, como banco de proteína.

Além de ser bem aceita pelos animais a amoreira possui alta digestibilidade, da planta seca, que pode chegar a 77% da planta inteira (SANCHES, 2002), apresentando, nas folhas, alto teor de proteína e baixo teor de fibra bruta. Mas tanto o valor nutritivo quanto o volume da produção variam de acordo com a altura de inserção das folhas no ramo, estádio de desenvolvimento da planta e da variedade, pois cada uma recebe influência ambiental de maneira diferenciada.

Dentre os ruminantes que apreciam a amoreira como alimento, observam-se os melhores resultados na classe dos ovinos, principalmente os animais novos, após desmama que necessitam de maior teor de proteína bruta. Produtores que fizeram a experiência com o emprego da amoreira em pastejo direto, de duas horas por dia, perceberam que os ovinos melhoraram seu desempenho em crescimento.

O teor proteico da amoreira é tão elevado que permite a substituição de ingredientes concentrados na dieta dos ovinos, possibilitando, assim, a redução dos custos de produção.

A associação da amoreira com outros alimentos também tem dado excelentes resultados. Dentre os melhores, destaca-se sua adição à cana-de-açúcar. Juntas elas são capazes de intensificar o teor de proteína da dieta e aumentar a digestibilidade, proporcionando à dieta maior teor energético. O resultado disso é um melhor desempenho animal.    

Portanto, a aplicação da amoreira como complemento na alimentação de ruminantes tem apresentado ótimos resultados. Apesar de ser satisfatória a todo o grupo de ruminantes, é mais indicada para os pequenos, pelo menor volume de consumo, em comparação com os ruminantes maiores e por consumirem a forrageira de forma mais satisfatória.

 

Adaptação: Equipe CPT Cursos Preseniais

Fonte: Rural Pecuaria

Adaptação:   Equipe CPT Cursos Presenciais

Autor(a): Adaptação - Revista Veterinária

Data: 25/05/2011


Quero receber promoções
  • imprimir
  • contato
  • twitter
  • facebook
  • orkut

Artigos relacionados!
Gostaria de receber informações sobre nossos cursos? Preencha os campos abaixo:





Confirmação

O CPT Cursos Presenciais garante a você total segurança e confidencialidade em seus dados pessoais.
Preencha os campos abaixo para receber informações completas de promoções e descontos.





Confirmação

O CPT Cursos Presenciais garante a você total segurança e confidencialidade em seus dados pessoais.
  • twitter
  • facebook
  • google+
  • You Tube
  • Linkedin
  • Bradesco
  • Master Card
  • Visa
  • Itaú
  • Site seguro