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Alimentação de vacas em período de lactação

A gestão de fazendas destinadas ao gado leiteiro é englobada vários fatores, dentre eles o sistema de alimentação adotado para as vacas em lactação. É preciso considerar em primeiro lugar, antes de se implantar o sistema de alimentação, o nível de produção, estagio da lactação, idade do animal, consumo esperado de matéria seca, condição corporal, tipos e valor nutritivo dos alimentos que vão ser utilizados.

O estágio de lactação da vaca atinge diretamente a produção e composição do leite, o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal.    Durante as duas primeiras lactações do animal é preciso fornecer uma alimentação em quantidades superiores às que deveriam receber em função da produção leiteira, uma vez que ainda estão em fase de crescimento e apresentam necessidades nutricionais elevadas. É recomendável que sejam adicionados 20% a mais para animais de primeira cria e 10% para vacas de segunda cria.

Os animais selecionados para gestação não devem parir excessivamente magras nem gordas. As vacas em excesso de peso antes do parto tem apetite reduzido, menor produção de leite, distúrbios metabólicos (cetose, fígado gorduroso), deslocamento do abomaso e baixa resistência aos agentes causadores de doenças.

Nas primeiras semanas após o parto as vacas não conseguem ingerir a quantidade de alimentos que sustente a produção crescente de leite, até o pico que ocorre em torno de cinco a sete semanas. É importante oferecer aos animais durante as primeiras semanas uma dieta que permita a ingestão de nutrientes, evitando a perda de peso.

Nesse período os animais devem ser manejados em pastagens de qualidade, que ofereçam quantidades suficientes de matéria seca. Ainda, é preciso fornecer volumoso de qualidade, com concentrados e mistura mineral. O concentrado para vacas em lactação deve apresentar de 18 a 22% de proteína bruta (PB) e acima de 70% de nutrientes digestíveis totais (NDT), na base de 1 quilo para cada 2,5 quilos de leite produzido.

No terço médio da lactação período em que o animal já recuperou parte das reservas corporais gastas no primeiro período, a produção de leite cai e os animais devem continuar a ganhar peso, e assim preparar para o próximo parto. O concentrado deve ser feito com 18 a 20% PB, na proporção de 1 quilo para cada 3 quilos de leite produzidos, acima de 5 quilos na época das chuvas, e a mesma relação acima de 3 quilos iniciais de leite produzido, durante o período seco do ano.

No período seco o suprimento de proteína, energia, minerais e vitaminas são essenciais, porém o animal não pode ganhar muito peso, uma vez que os animais obesos apresentam maior tendência a desenvolverem problemas no parto e fase inicial de lactação.

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Conheça os distúrbios metabólicos e as formas de prevenção a partir das corretas práticas de manejo alimentar. Confira aqui.

Fonte: Embrapa

Adaptação:   Equipe CPT Cursos Presenciais

Autor(a): CPT Cursos Presenciais

Data: 21/09/2015


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