Artigos e Informativos






O CPT Cursos Presenciais garante a você 100% de segurança e confidencialidade em seus dados pessoais e e-mail.
A história da raça gir

A entrada do zebu no Brasil teve início por volta de 1800. Em 1826, D. Pedro I estabeleceu em Santa Cruz (RJ) o primeiro plantel zebuíno no Brasil. Outros núcleos somente se formaram na segunda metade do século XIX, principalmente depois de 1870. A partir desta data cresceu o interesse pelo gado de cupim. Alguns exemplares foram importados de jardins zoológicos da Europa, e em seguida, outros vieram para o Brasil diretamente da África e da Índia.

Uma das principais raças zebuínas criadas no Brasil é a Gir. Corresponde fielmente à raça homônima da Índia e embora viesse a se tornar, em determinada fase de nossa pecuária zebuína, o grupamento étnico mais numeroso, foi a última raça a entrar em escala apreciável no Brasil. Somente por ocasião da Primeira Guerra Mundial é que foi importado número considerável de animais puro sangue Gir, até então praticamente desconhecidos dos criadores brasileiros.

Um dos pioneiros na importação do zebu para o Brasil foi Virmondes Martins Borges, que em 1918 importou cinco exemplares da raça Gir, mais precisamente para a região do Triângulo Mineiro.  Entretanto, boa parte dos animais importados entre 1914 e 1921 foi utilizada em acasalamentos desordenados. Apenas alguns núcleos em Uberaba, Cássia, Passos, Araxá, Curvelo, Franca e Jardinópolis e um ou outro no Estado da Bahia mantiveram-se puros, tornando-se as fontes que iriam abastecer os criadores empenhados em reconstruir ou formar novos plantéis.

Em 1930, aconteceu a famosa importação de Manoel de Oliveira Prata e Francisco Ravísio Lemos, que conseguiram vencer a resistência dos serviços técnicos federais, obtendo licença para trazer da Índia 192 reprodutores, em sua maior parte, pertencentes à raça Gir.  Esta importação foi um considerável reforço em reprodutores de raça definida, numa fase em que grande parte do rebanho brasileiro apresentava-se visivelmente mestiçada. Neste período, mais precisamente em 1938, foi criado o Registro Genealógico das Raças Indianas, fator de enorme importância na preservação, restauração e expansão das raças indianas, especialmente da raça Gir.  O primeiro reprodutor Gir registrado foi o touro Martelo (Bolívia x Madras), marcado por Getúlio Vargas. A vaca número 1 do registro genealógico foi Moreninha (Raminho x Esterlina), ambos de propriedade de Rodolfo Machado Borges, criador de Uberaba – MG.

A última importação de animais zebuínos para o Brasil ocorreu em 1962, realizada por Celso Garcia Cid, dando nova orientação para a raça Gir, tanto para a seleção leiteira, como para dupla aptidão. Abaixo, estão alguns genearcas importados, considerados os pilares da raça Gir no Brasil.

ALAMBIQUE: importado por Ravísio Lemos e Manoel de Oliveira Prata, comprado por Anésio Amaral, deixou diversas filhas. O maior destaque é a vaca Noronha (Alambique x Gabarra imp.), que acasalada com Soberano deu Bombaim (linhagem Lobisomen pelo lado paterno). Os descendentes de Alambique possuem expressiva participação nas genealogias dos animais de diversos centros de seleção leiteira da raça Gir no Brasil, com destaques para C.A. Sansão, Meteoro de Brasília, Modelo de Brasília, Caju de Brasília, Uberaba da Cal, dentre tantos outros.

GAIOLÃO: produto dos animais da importação de Francisco Ravísio Lemos, foi adquirido por João Batista de Figueiredo Costa, sendo muito utilizado na seleção leiteira, com excelentes resultados. Vários plantéis da raça Gir na atualidade possuem descendentes deste touro. Alguns reprodutores famosos que descendem de Gaiolão são muito conhecidos pelos produtores de leite, como Maravilha AZ Urutu, C.A. Sansão, C.A. Everest e Nobre T.E. da Cal.

GANDHI: foi importado por Francisco Ravísio Lemos e Manoel de Oliveira Prata, sendo comprado por Otávio Ariani Machado. Este touro, acasalado com Cabana II produziu o reprodutor Bey, que nas mãos de Rodolfo Machado Borges deu origem à linhagem R. Bey acasalado com Anabela (mãe de Chave de Ouro) produziu Bey II, responsável pela formação da linhagem de mesmo nome, de propriedade de Geraldo França Simões. Gandhi também foi acasalado com Serena OM, produzindo o touro White, adquirido por Evaristo Soares de Paula e Sílvio de Almeida. Em Curvelo, White foi utilizado em sistema de consangüinidade estreita, resultando na formação da linhagem EVA, um dos mais importantes trabalhos de seleção da raça Gir realizados no país. Grande parte dos plantéis da raça Gir do Brasil possui descendentes do touro Gandhi, com destaque para os reprodutores Chave de Ouro Neto, Escocês OD, Genuíno Eva, Napy ZS, Tufão ZS, Xerez JZ, C.A. Everest, Meteoro de Brasília, Modelo de Brasília e C.A. Sansão, além de vários outros.

HINDOSTAN: animal importado por Torres Homem Rodrigues da Cunha. Foi vendido para Francisco Figueiredo Barreto e posteriormente a Rubens Resende Peres, deixando importante contribuição para a seleção leiteira. Reprodutores como C.A. Guri ST TE, Rajastan, Jacaré de Brasília, Meteoro de Brasília e Puno de Brasília descendem de Hindostan.

KRISHNA: touro importado por Celso Garcia Cid, tornando-se grande alternativa para a raça Gir no Brasil, a partir de meados da década de 60. Acasalado em consangüinidade, formou a linhagem KRISHNA. Animais dessa linhagem foram utilizados com sucesso, tanto na seleção leiteira, quanto na seleção visando dupla aptidão, contribuindo para a formação de novas famílias. Alguns de seus descendentes famosos: Krishna Sakina, Krishna Gori Guiliri, Krishna Sakina Guiliri, Krishna Dhamal, Krishna S. Kassudi, Krishna Sakina Prema II e Krishna Sakina Virbay. Sua contribuição também se faz presente em touros famosos da atualidade, como Benfeitor da Cal, Teatro da Silvânia, Roçar Orvalho Zonado, Lácteo da Cal, Andaka dos Poções, Dalton TE Pati Cal, dentre tantos outros. 

NAIDU: importado por Celso Garcia Cid, Torres Homem Rodrigues da Cunha, Rubens de Carvalho e Jacinto Honório da Silva, foi adquirido por João Batista Figueiredo, contribuindo expressivamente para a seleção dos rebanhos leiteiros. Consta que sua mãe, a vaca nº45, era uma das mais leiteiras da Índia naquela ocasião. Importantes touros leiteiros utilizados atualmente são descendentes diretos de Naidu, destacando-se CA Everest e CA Sansão.

RAJÁ: animal importado por Virmondes Martins Borges e comprado por Antenor Machado de Azevedo. Acasalado com Mulata (também importada) produziu Rajazinho. Rajazinho acasalado com Amarela, de João Rodrigues da Cunha Borges, deu origem ao genearca Maxixe, considerado o touro base da linhagem Rajá. Vários são os descentes deste touro que influenciaram os plantéis de Gir leiteiro, com destaque para Astuto, Demenso e Maxixe II. Na atualidade, touros como C.A. Sansão, Meteoro de Brasília, Modelo de Brasília e Benfeitor da Cal descendem de Rajá.

LOBISOMEN: importado por Francisco Ravísio Lemos e Manoel de Oliveira Prata foi adquirido por Torres Homem Rodrigues da Cunha. Ganhou fama pelo filho Besouro (Lobisomen x Girinha imp.). Deixou numerosa descendência em diversos rebanhos, com destaque para o touro Soberano (Lobisomen x França). Soberano acasalado com Noronha produziu Bombaim, adquirido por Continentino Jacinto da Silva, sendo um dos importantes genearcas do Gir Leiteiro no Brasil, fazendo parte dos pedigrees de touros famosos na atualidade, como C.A. Sansão, Meteoro de Brasília, Modelo de Brasília e Benfeitor da Cal.

VIJAYA: foi importado por Celso Garcia Cid, sendo adquirido por João Batista de Figueiredo. Acasalado com os animais descendentes de Naidu, deu prosseguimento à seleção leiteira deste plantel com excelentes resultados, conforme demonstrado pela capacidade de transmissão leiteira de alguns de seus descendentes, como C.A. Sansão, C.A. Guri ST TE, Guardião TE Gavião, Dalton TE Pati Cal, além de vários outros.

Apenas no Brasil existe a raça Gir variedade mocha. Sua formação remete ao início do século passado. Por volta de 1907 foram introduzidos em Goiás reprodutores puros indianos, que acasalados com o gado mocho nacional (o mocho nacional é fruto do cruzamento entre bovinos crioulos e reprodutores importados de raças britânicas, geneticamente mochas) produziram animais mestiços zebu, com a particularidade de serem mochos por natureza. A partir daí, foram realizados cruzamentos absorventes destes animais com reprodutores e/ou matrizes puro sangue Gir, produzindo animais mochos e com características próprias da raça.  Isso só foi possível devido ao fato do caráter mocho ser geneticamente dominante sobre a presença de chifres.

Em novembro de 1975, a ABCZ reconheceu a variedade Gir mocho e, em 31 de janeiro de 1976 foi realizada a primeira inscrição no livro de registro genealógico, com o touro Heleno, de João Inácio Filho, do município de Carmo do Rio Verde, Goiás. A primeira fêmea Gir mocho registrada foi a vaca Rara, que na ocasião pesou 680 kg.

CARACTERÍSTICAS RACIAIS DO GIR

As características de conformação e de produção, tanto para carne quanto para leite são de fundamental importância na avaliação dos reprodutores e matrizes e devem sempre ser consideradas, juntamente com a fertilidade, independentes da raça em questão. Entretanto, algumas características fenotípicas são responsáveis pela diferenciação de uma raça da outra, bem como para a indicação da presença ou não da mistura de raças num animal. A maioria dessas características está restrita à cabeça e cor da pelagem. Para a raça Gir, serão abordados alguns pontos característicos, bem como seus respectivos fatores desclassificantes, de acordo com o padrão racial estabelecido pela ABCZ:

A cabeça deve ter largura e comprimento médios e ser harmoniosa. A cabeça pesada, desproporcional em relação ao corpo e/ou assimétrica é considerado defeito desclassificante. O perfil ideal é ultra-convexo.

A fronte deve ser larga, lisa e proeminente, com a marrafa jogada para trás. A presença de nimbure desclassifica o animal.

Os olhos devem ser pretos ou escuros e elípticos. Devem estar situados bem lateralmente e protegidos por rugas da pele, nas pálpebras superiores. Os cílios devem ser pretos. Olhos exoftálmicos (saltados), de cor branca ou amarelo-cobre, e/ou cílios brancos ou avermelhados são considerados defeitos desclassificantes, assim como a cegueira bilateral.

As orelhas devem ter comprimento médio, típicas, pendentes, começando em forma de tubo, com sua porção superior enrolada sobre si mesma, abrindo-se em seguida, gradualmente para fora, curvando-se para dentro e, de novo, estreitando-se na ponta, com a extremidade curvada e voltada para a face (gavião). Orelhas muito curtas ou muito longas, com movimentação viva e/ou ausência de gavião são defeitos desclassificantes.

Os chifres devem ter cor escura, de tamanho médio, ser simétricos, de seção elíptica, achatados e grossos na base, saindo para baixo e para trás. São preferidos os que se dirigem um pouco para cima, encurvando-se para dentro, com as pontas convergentes. Na mocha, deseja-se a ausência completa de chifres. Já os chifres com saída muito acima da linha dos olhos, móveis, grossos e redondos ou com predominância da cor branca são considerados defeitos desclassificantes. Na mocha, a presença de chifres ou sinal de qualquer cirurgia desclassifica o animal.

A barbela ideal deve ser média, enrugada, solta e flexível. Começa bífida debaixo do maxilar inferior, entendendo-se até o umbigo.  A barbela reduzida ou excessiva desclassifica o animal.

A raça Gir pode apresentar várias cores. As ideais são a vermelha em todas as suas tonalidades (vermelha gargantilha, vermelha chitada e chitada de vermelho);  amarela em tonalidades típicas da raça (amarela gargantilha, amarela chitada e chitada de amarelo); chita clara e rosilha clara ou moura de vermelho (predominância da cor branca, com orelhas e cabeça total ou parcialmente avermelhadas); moura clara (predominância da cor branca com orelhas e cabeça total ou parcialmente pretas) ou moura escura (predominância da cor escura, com cabeça e orelhas pretas). As cores preta, totalmente branca, cinza ou com predominância da cor cinza, amarelo-cobre, barrosa ou araçá desclassificam o animal.

São ainda características da raça Gir a longevidade, baixa mortalidade, grande docilidade, boa habilidade materna, persistência de lactação, baixo requisito de mantença, elevado teor de gordura no leite e alta adaptabilidade às condições tropicais.

O MELHORAMENTO GENÉTICO DA RAÇA GIR

A SELEÇÃO LEITEIRA

O Gir Leiteiro brasileiro é o resultado de um processo de seleção efetuado desde a década de 30, por entidades governamentais e por criadores particulares, a partir dos animais originalmente importados da Índia. Atualmente, existem diversas linhas de pesquisa envolvendo a raça, conduzidas e coordenadas pelas Associações Regionais e Nacionais da raça Gir, em parceria com órgãos públicos e privados de pesquisa e extensão.

A Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro (ABCGIL) coordena boa parte dos trabalhos envolvendo a seleção leiteira, em parceria com a Embrapa Gado de Leite, centros de pesquisa e universidades públicas e privadas.  As vacas dos rebanhos Gir selecionados para produção de leite são submetidas mensalmente ao controle leiteiro oficial, sendo que no banco de dados do Arquivo Zootécnico Nacional, administrado pela Embrapa Gado de Leite, constam mais de 37.976 lactações de 17.594 vacas. Destas vacas são exigidas produções mínimas de 2100 kg em 305 dias de lactação ou 2500 kg em 365 dias de lactação. A ABCGIL, que é associada ao Brazilian Cattle, realiza também palestras em cooperativas e universidades, cursos de atualização para técnicos de centrais de inseminação artificial, publicação de vídeos institucionais, artigos técnicos em revistas especializadas e materiais de extensão, visando sempre divulgar a raça e seus resultados. 

Uma das principais ferramentas para o melhoramento genético do Gir leiteiro em vigência no Brasil é o teste de progênie. Através dele, é possível identificar e comparar com maior segurança os reprodutores realmente capazes de transmitir leite à progênie. No momento, duas Associações de Gir conduzem o teste de progênie, em parceria com a Embrapa Gado de Leite. Pela Embrapa/ABCGIL são testados anualmente cerca de 10 reprodutores, num total de mais de 240 touros avaliados desde 1985, inclusive com avaliação linear e estimativas de herdabilidade para diversas características. A novidade é a identificação de marcadores moleculares nos touros, como por exemplo, a variante B para a kappa caseína, que possibilita maior capacidade de coagulação do leite e conseqüentemente, maior rendimento de queijo. Existe também um projeto específico para estudar a resistência da raça aos carrapatos.

A Associação dos Criadores de Gir de Goiás (ACGG) também coordena, em parceira com a Embrapa Gado de Leite, outro teste de progênie da raça Gir para produção de leite no Estado de Goiás, com objetivos semelhantes aos citados anteriormente. Uma das metas da ACGG/Embrapa é testar touros de outras famílias, reconhecidamente leiteiras e pesadas, tornando-se uma opção para se evitar a consanguinidade nos acasalamentos. Já a Associação Brasileira dos Criadores de Gir (ASSOGIR), em parceria com a ABCZ e UNESP, possui avaliação genética de touros leiteiros em sumário próprio. Tanto a ACGG, como a ASSOGIR possuem veículo de mídia próprio, onde são publicados vários artigos técnicos de interesse da raça.

Outro importante trabalho de seleção leiteira na raça Gir é desenvolvido pela EPAMIG em seu próprio rebanho Gir Leiteiro. Os principais destaques são para o sistema de produção de leite com vacas a pasto, envolvendo a avaliação da precocidade sexual e da fertilidade. Os tourinhos geneticamente superiores também são avaliados para precocidade e fertilidade, utilizando marcadores seminais e morfológicos de tipo, além de provas de ganho de peso (ABCGIL/ABCZ/EPAMIG) e de estudos aplicados de nutrição animal sobre a raça. Isso faz com que a raça Gir seja uma das raças zebuínas mais estudadas no mundo, fornecendo aos produtores e pecuaristas animais altamente confiáveis e produtivos.

O resultado do grande volume de informações disponível está na quantidade de sêmen comercializado no Brasil e exterior, ultrapassando 660.000 doses/ano. Das raças leiteiras comercializadas no país, o Gir participa com praticamente metade das vendas. Quando se considera o total de sêmen comercializado, envolvendo todas as raças, o Gir selecionado para leite participa com 23% do mercado.

 

Referências utilizadas:

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Sumário Nacional de touros das Raças Zebuínas: Gir, edição 2005. MAPA: Embrapa Gado de Corte/ABCZ, 2005. [CD ROOM].

LEDIC, I.L.; FERNANDES, A.R.; MARTINEZ, M.L.; VERNEQUE, R.S. Teste de Progênie dos Touros Gir Leiteiro. Algumas constatações. Revista Gir Leiteiro - ABCGIL, Uberaba, ano 6, n.6, p.30-35, 2006.

LEDIC, I.L.; VERNEQUE, R.S. Gir Leiteiro. O maior programa de melhoramento genético para produção de leite nos trópicos. Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro. 2007

MARTINEZ, M.L.; VERNEQUE, R.S.; TEODORO, R.L.; SILVA, M.V.G.B. Programa Nacional de Melhoramento do Gir Leiteiro. Sumário Brasileiro de Touros. Resultado do Teste de Progênie. Juiz de Fora: Embrapa Gado de Leite. Documentos, 108, 54 p, 2006.

SANTIAGO, A.A. O zebu na Índia, no Brasil e no mundo. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, Campinas, p.191-334, 1985.

SANTOS, R. Gir. A raça mais utilizada do Brasil. Uberaba: Editora Agropecuária Tropical, 632 p., 1994.

SANTOS, R. O Gir e o Leite no Brasil. Uberaba: Editora Agropecuária Tropical, 316 p., 1996.

WEISS, A. Os Grandes Reprodutores Indianos no Brasil. São Paulo: Reis, Cardoso, Botelho S.A., p.5-24, 1956.

 

 

Fonte: CPT Cursos Presenciais

Adaptação:   Equipe CPT Cursos Presenciais

Autor(a): Domingos Marcelo Cenachi Pesce - Prof. Adjunto IV da EV/PUCMINAS Campus Poços de Caldas - Jurado das Raças Zebuínas da ABCZ - Prof. do CPT Cursos Presenciais

Data: 19/06/2013


Quero receber promoções
  • imprimir
  • contato
  • twitter
  • facebook
  • orkut

Artigos relacionados!
Gostaria de receber informações sobre nossos cursos? Preencha os campos abaixo:





Confirmação

O CPT Cursos Presenciais garante a você total segurança e confidencialidade em seus dados pessoais.
Preencha os campos abaixo para receber informações completas de promoções e descontos.





Confirmação

O CPT Cursos Presenciais garante a você total segurança e confidencialidade em seus dados pessoais.
  • twitter
  • facebook
  • google+
  • You Tube
  • Linkedin
  • Bradesco
  • Master Card
  • Visa
  • Itaú
  • Site seguro