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Diagnóstico da ruptura do ligamento cruzado cranial em cães

 

Lesões de ligamento cruzado cranial (LCCr) são comuns em cães, limita a movimentação da articulação femorotibiopatelar (FTP), estabelecendo estabilidade craniocaudal, evitando a hiperextensão do joelho e limitando a rotação interna da tíbia. A LCCr é uma das principais causas de claudicação, os cães apresentam aumento da sensibilidade da articulação FTP e diversos quadros de claudicação.

Raças de cães de grande porte e mais pesados são as mais atingidas, os cães não-castrados também apresentaram grande números de incidência de LCCr. A LCCr pode ocorrer por eventos traumáticos ou por alterações degenerativas, essas causas mostram estreita ligação, pois um ligamento enfraquecido por degeneração tem maior facilidade de romper quando comparado a um ligamento normal.

Pra detectar a LCCr são feitos testes de deslocamento craniocaudal da tíbia em relação ao fêmur, ou teste de gaveta cranial, e o teste de compressão tibial. O exame radiográfico é o primeiro a ser solicitado e fornece informações importantes a respeito da gravidade do quadro. A ultrassom também é utilizada porém, com menos frequência, é possível detectar através dela a presença de efusão articular, coxim gorduroso heterogêneo e, em alguns casos, pode-se verificar a presença de uma estrutura hiperecogênica e irregular no local de inserção do ligamento na tíbia, compatível com o LCCr rompido.

A ruptura do LCCr é uma afecção comum na clínica de animais de companhia. O exame radiográfico e o exame ultrassonográfico é uma forma de diagnóstico da ruptura do LCCr simples e barata. O exame radiográfico possui características importantes, pode ser submetido a uma segunda opinião e é mais disponível que a ultrassonografia. Porém, nos casos de lesão no LCCr, a ultrassonográfica apresenta a vantagem de permitir a observação das estruturas intra-articulares, além de detectar com maior facilidade uma massa ecogênica na inserção do ligamento que confirma o diagnóstico de ruptura, mas necessita de transdutores específicos.

Fonte: Scielo

Adaptação:   Equipe CPT Cursos Presenciais

Autor(a): Marinei - Equipe CPT Cursos Presenciais

Data: 12/03/2013


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