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Câncer em pequenos animais: A importância do diagnóstico precoce

Câncer é a causa mais comum de morte em pequenos animais com mais de 10 anos. Os tumores podem ocorrer também em animais jovens e adultos. Algumas raças de cães têm maior predisposição a apresentar lesões tumorais, e nos gatos algumas neoplasias mais frequentes estão associadas à presença de vírus como o da AIDS Felina e da Leucemia Felina.

Câncer é o nome dado à proliferação desordenada de células de qualquer tecido do organismo (neoplasia). Esse crescimento desordenado causará danos ao funcionamento dos órgãos comprometidos e, consequentemente, com o avanço da doença, a morte do indivíduo. O grande problema associado ao câncer é que pode ocorrer metástase, ou seja, uma célula do tecido ou órgão doente vai se instalar e multiplicar em outros órgãos através da corrente sanguínea.

O câncer é uma doença temida e muitas vezes utilizada como sinônimo de morte para alguns. Nem sempre isso é verdade, detectada a doença em fases iniciais, o animal poderá ser tratado e o tumor retirado cirurgicamente antes que ocorra a metástase. As chances de prolongamento da vida do animal nesses casos são grandes, porém, mesmo com esses procedimentos, a metástase pode já ter ocorrido, e não estar evidente, e vir a se manifestar mais tarde.

Para se diagnosticar um tumor e diferenciá-lo de benigno ou maligno é necessária uma série de exames. Nem todo tumor é câncer, os tumores benignos, porém, quando começam a crescer rapidamente, devem ser retirados, pois podem tornar-se malignos.

 O local mais comum, afetado pela maioria dos tipos de câncer, é o pulmão, por isso se torna muito importância fazer um raio X pulmonar, para verificar se esse órgão vital já está afetado quando da detecção de qualquer neoplasia maligna. A extensão da doença e o tempo de vida que o animal terá, vão se basear muito nesses dados.

Os sintomas de um animal com câncer podem ser os mais variados como: aumento de volume anormal (calombos) na pele ou subcutâneo com cor normal; avermelhada, enegrecida ou ulcerada, vômito, inapetência, falta de ar, emagrecimento; aumento do volume abdominal; aumento de volume no testículo; caroços nas mamas; aumento de volume em determinado osso; manqueira (claudicação); dificuldade de locomoção; desorientação; mudança de comportamento; dificuldade de urinar; sangramentos na boca. Nos gatos brancos, úlceras na pele e pontas de orelha e focinho.

No caso do osteossarcoma (tumor ósseo), por exemplo, a fratura de um osso pode estar ligada ao tumor, uma vez que há destruição da estrutura óssea. Os linfomas (tumor nos gânglios), em sua forma mais comum, revelam aumento de um ou mais gânglios. Apesar das várias manifestações que o animal possa ter, muitas vezes, o animal com câncer apresenta apenas perda de peso, antes que sinais mais graves apareçam.

Em termos de tratamento, dependendo do tipo de tumor e do estágio da sua evolução, ele pode ser cirúrgico e/ou medicamentoso. A quimioterapia é usada em animais em alguns tipos de câncer, mas essas drogas, além de matarem as células tumorais, deprimem a medula óssea, causando efeitos indesejáveis como anemia e fragilidade no sistema de defesa do organismo. No tratamento de quimioterapia, o animal tem que ser monitorado com exames de sangue semanais, para se verificar a ação da droga no organismo, e se o tratamento pode ser continuado. Todo esse monitoramento, associado aos medicamentos, dietas especiais e etc., torna o tratamento bastante oneroso.

 Durante a terapia, não há queda de pelos em animais com pelagem curta, podendo isso ocorrer em pequena proporção em cães e gatos com pelos longos. É importante ressaltar que 75% dos animais que passam por quimioterapia não apresentam efeitos colaterais como pode acontecer com os seres humanos (queda de cabelo, enjoo e outros sintomas gastroentéricos).

A radioterapia é usada também em animais, mas ainda não é de uso rotineiro.

Retornos periódicos para reavaliação são muito importantes para detectar o reaparecimento do câncer, antes que esteja em estágio avançado.

Fonte: Mundo do Cachorro.

Adaptação:   Equipe CPT Cursos Presenciais

Autor(a): Silvana - Equipe CPT Cursos Presenciais

Data: 21/09/2012


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