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Diabetes: Doença que atinge tanto os humanos quanto os animais

 

A diabetes é uma doença que atinge humano e animais, por isso os cães e gatos também podem ser afetados pela doença, que é uma deficiência hormonal que reduz a capacidade do sangue de metabolizar o açúcar.

A descoberta da doença no início aumenta as chances de sucesso no tratamento. Em cães é mais comum o aparecimento da diabetes entre os quatro e 14 anos de idade, com maior ocorrência entre os sete e nove anos, sendo as fêmeas afetadas cerca de duas vezes mais do que os machos. Algumas raças de cães como Poodle Miniatura, Samoieda, Pug, Poodle Toy e Schnauzer Miniatura têm maior predisposição à doença.

Os sintomas característicos da diabetes nos animais são os mesmos que aparecem nos humanos como: aumento da quantidade de água ingerida; o volume da urina se torna maior e o emagrecimento. A Diabetes em estado avançado nos cães tem como sinal o aparecimento da catarata. Já nos gatos a neuropatia diabética (lesão dos nervos em virtude da glicemia elevada) pode ocasionar dificuldade e dor no andar do animal. É essencial estar atento aos primeiros sinais e procurar ajuda médica veterinária o quanto antes. A diabetes é uma doença silenciosa e que se não tratada adequadamente pode trazer diversas complicações para o animal.

A diabetes pode ser de dois tipos nos animais. O I é o mais comum, atinge cerca de 90% dos bichos, ocorre quando as células do pâncreas não produzem insulina suficiente, precisando de reposição diária do hormônio, a tipo 1 é o mais comum em cães. Dessa forma, a maior parte dos cães precisa de insulina como parte do tratamento. A aplicação deve ser realizada sempre nos mesmos horários e na dose correta prescrita pelo médico veterinário. Já a tipo II ocorre quando o corpo produz insulina, porém o corpo não utiliza corretamente o hormônio. Nos gatos a diabetes tipo 2 é o mais frequente e está fortemente associado ao aumento de peso que promove alterações no controle da glicose sanguínea e o aparecimento da doença. Vale ressaltar que em alguns casos os gatos não têm necessidade de insulina.

O diagnóstico da doença é confirmado com a realização de exames laboratoriais, como exame de sangue e de urina.

A supervisão de um médico veterinário é recomendada para se fazer  o correto tratamento do diabetes, tanto em cães como em gatos. O tratamento deve considerar o manejo nutricional do animal. Deve ser oferecido um alimento específico que considere as necessidades nutricionais e metabólicas peculiares dessa doença. Avaliações periódicas são importantes para monitorar o controle do açúcar no sangue, ajustar as doses de insulina, quantidade e tipo de alimento, e a saúde geral do animal.

Uma dieta equilibrada é a melhor forma de prevenção da doença. Uma forma de avaliar se o cão está acima do peso é verificar o acumulo de gordura na região da base da cauda e do abdômen e nos gatos na região inguinal (parte da frente das patas traseiras). A prática de exercícios físicos também auxilia na prevenção, por isso o dono deve manter uma rotina de passeios e de brincadeiras com os animais.

 

Fonte: Cães e Gatos

Adaptação:   Equipe CPT Cursos Presenciais

Autor(a): Silvana - Equipe CPT Cursos Presenciais

Data: 13/11/2012


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