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Através da imunização a leishmaniose visceral canina pode ser prevenida

A leishmaniose visceral canina (LVC) é transmitida através da picada do inseto infectado, mosquito popularmente conhecido como mosquito palha, birigui ou cangalhinha pelo Leishmania infantum, a doença é contagiosa ao humano.

Animais infectados têm que ser sacrificados, de acordo com as políticas nacionais de saúde pública. A vacina preventiva foi desenvolvida no Brasil, a Leishmune, aprovada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) em 2003 e disponível desde 2004, Leishmune já foi utilizada na imunização de mais de 150 mil cães em todo o país.

A vacina protege o animal, agindo como bloqueadora da transmissão da doença, os cães vacinados e expostos ao desafio não são transmissores da LVC1 e os anticorpos gerados pela vacina nos cães impedem o desenvolvimento do parasita no inseto e, assim, a sua transmissão para outros cães e seres humanos.

Para a total imunização do animal, devem ser aplicadas três doses da vacina, a partir dos quatro meses de idade do animal e respeitando um intervalo de 21 dias entre cada uma das aplicações, depois anualmente deverá receber uma nova dosagem.

A vacina só deverá ser ministrada em cães sadios (soronegativos para a LVC) e por médicos veterinários.

Fonte: Cães e Gatos

Data: 10/04/2013

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