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Leishmaniose Visceral Canina (LVC): Aspectos clínico-epidemiológicos

A leishmaniose visceral canina (LVC) é uma moléstia causada pela Leishmaniasp, é fatal aos humanos e aos cães e por isso é uma doença de grande preocupação, porém o diagnóstico precoce da LVC pode evitar as mortes.

A doença é dividida em quatro estágios, sendo no estágio I uma linfoadenopatia discreta ou dermatite papular considerada a fase discreta da doença. No estágio II, fase moderada, além dos sintomas apresentados no estágio I, o animal sofre de dermatite exfoliativa difusa, onicogrifose, ulcerações, anorexia, perda de peso e epistaxe.

Já o estágio III é considerado grave, pois os animais apresentam lesões ocorridas da deposição de imunocomplexos como: vasculites, artrites, uveite e gromerulonefrite, além dos sintomas do I e II estágio.

O estágio IV é caracterizado como o mais grave de todos, já que os animais sofrem além das lesões anteriores apresentadas, tromboembolismo pulmonar, síndrome nefrótica e estágio final de doença renal.Nesse estágio o tratamento pode não ter efeito, já que as lesões renais crônicas são irreversíveis e tendem a ser progressivas.

No tratamento é feito avaliação laboratorial apropriada em todos os estágios da doença e dessa forma é observado o melhor método a ser utilizado evitando que o animal morra.

 

Quais os procedimentos básicos envolvidos na estabilização de pacientes em situação emergencial?

Quais as principais técnicas de ventilação artificial para o paciente?

Como realizar a monitorização emergencial básica para o paciente?

 

Fonte: Revista Nosso Clínico

Data: 23/10/2013

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