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Inseminação artificial em cadelas

A cinologia, encarregada pelo estudo científico do cão, se interessou tardiamente a resolver os problemas da esterilidade dos cães. Atualmente, o referido atraso foi atenuado graças à prática do esfregaço das células vaginais para determinar o momento da ovulação e inseminação artificial.

A inseminação artificial pode ser feita por a "assistência ao acasalamento", com coleta e utilização direta do esperma do reprodutor para inseminar a cadela, e a inseminação praticada com sêmen congelado.

O método mais utilizado é a assistência ao acasalamento, que é o método mais utilizado por ser um método fácil de praticar e tem numerosas indicações.

A assistência ao acasalamento é indicada nos seguintes casos: a pseudofrigidez e a recusa ao acasalamento.

    A pseudofrigidez observa-se quando a cadela tem ciclos sexuais normais, mas que passam praticamente despercebidos (ciclos "mudos") e são apenas visíveis às lactações de pseudociese (gravidez psicológica);
    A recusa ao acasalamento pode estar ligada à ausência da libido ou a um "falso cio". Em certos casos é consequência de um coito difícil, o que pode ocorrer em diversas circunstâncias: quando o macho é muito jovem, quando a fêmea é dominante (agressiva até) ou, ao contrário, submissa (deita-se no chão ou foge), em caso de má-formação ou de tumor do aparelho genital de ptose (afrouxamento dos Ligamentos e dos músculos) da vagina ou da vulva, e, quando a cadela sofre de artrose vertebral ou coxofemural.

Nos casos de pseudofrigidez e a recusa ao acasalamento o sêmen congelado também é indicado. A utilização do sêmen congelado também pode ser utilizada nos casos das limitações devidas ao afastamento dos interessados (ou à presença de um deles num país onde vigoram medidas de quarentena) e as particularidades da utilização com vistas à seleção (e à conservação do esperma de reprodutores excepcionais).

Em relação à conservação do sêmen, depois da coleta, o sêmen poderá ser utilizado diretamente (assistência ao acasalamento). Ou manter-se refrigerado num liquido de conservação que pode ser à base de lactose e gema de ovo, podendo ser utilizado uma a duas semanas depois. Em nitrogênio líquido, a -1960C, depois de um complexo tratamento, a conservação do esperma em forma de pipetas é quase ilimitada.

Durante a aplicação da inseminação o sêmen deve ser depositado na porção anterior da vagina, o mais perto possível do colo, podendo utilizar como instrumento simples seringa alongada com um tubo de vidro. Este dispositivo não impede o refluxo do sêmen e, para compensar este inconveniente, deve-se manter a fêmea levantada pelos quartos posteriores durante quinze minutos. Em todo o caso, quando a sonda está colocada, as contrações vaginais fisiológicas facilitam a entrada do sêmen no útero.

O emprego de uma sonda, especialmente concebida para a inseminação na espécie canina, provocou uma melhoria sensível desta técnica. Esta sonda tem a particularidade de dispor, na sua extremidade anterior, de um balão inflável que desempenha o papel dos bolbos eréteis do macho, com o qual se evita o refluxo do esperma e se facilita o seu avanço por estimulação das contrações vaginais. A sonda utilizada (dispositivo estéril) apresenta um corpo flexível, que elimina qualquer risco de traumatismo, e um tubo telescópico, terminado numa peça giratória, para depositar o esperma contra o colo do útero sem provocar nenhuma lesão.

Os especialistas recomendam atualmente a utilização de uma sonda mais fina que permita atravessar o colo e praticar a inseminação intrauterina. Em geral, os resultados são melhores.

Independente do método utilizado (assistência ao acasalamento ou utilização de esperma congelado, se possível a inseminação deverá ser feita duas vezes, em intervalos de quarenta e oito horas.

O sucesso da operação está ligado, em grande parte, à escolha da data da intervenção, a qual deverá ocorrer o mais próximo possível da ovulação. Para isso é indispensável à aplicação da técnica do esfregaço das células vaginais.

Uma recomendação importante é de antes de proceder à inseminação examinar o esperma para controlar sua qualidade.

A cinologia, encarregada pelo estudo científico do cão, se interessou tardiamente a resolver os problemas da esterilidade dos cães. Atualmente, o referido atraso foi atenuado graças à prática do esfregaço das células vaginais para determinar o momento da ovulação e inseminação artificial.

A inseminação artificial pode ser feita por a "assistência ao acasalamento", com coleta e utilização direta do esperma do reprodutor para inseminar a cadela, e a inseminação praticada com sêmen congelado.

O método mais utilizado é a assistência ao acasalamento, que é o método mais utilizado por ser um método fácil de praticar e tem numerosas indicações.

A assistência ao acasalamento é indicada nos seguintes casos: a pseudofrigidez e a recusa ao acasalamento.

    A pseudofrigidez observa-se quando a cadela tem ciclos sexuais normais, mas que passam praticamente despercebidos (ciclos "mudos") e são apenas visíveis às lactações de pseudociese (gravidez psicológica);
    A recusa ao acasalamento pode estar ligada à ausência da libido ou a um "falso cio". Em certos casos é consequência de um coito difícil, o que pode ocorrer em diversas circunstâncias: quando o macho é muito jovem, quando a fêmea é dominante (agressiva até) ou, ao contrário, submissa (deita-se no chão ou foge), em caso de má-formação ou de tumor do aparelho genital de ptose (afrouxamento dos Ligamentos e dos músculos) da vagina ou da vulva, e, quando a cadela sofre de artrose vertebral ou coxofemural.

Nos casos de pseudofrigidez e a recusa ao acasalamento o sêmen congelado também é indicado. A utilização do sêmen congelado também pode ser utilizada nos casos das limitações devidas ao afastamento dos interessados (ou à presença de um deles num país onde vigoram medidas de quarentena) e as particularidades da utilização com vistas à seleção (e à conservação do esperma de reprodutores excepcionais).

Em relação à conservação do sêmen, depois da coleta, o sêmen poderá ser utilizado diretamente (assistência ao acasalamento). Ou manter-se refrigerado num liquido de conservação que pode ser à base de lactose e gema de ovo, podendo ser utilizado uma a duas semanas depois. Em nitrogênio líquido, a -1960C, depois de um complexo tratamento, a conservação do esperma em forma de pipetas é quase ilimitada.

Durante a aplicação da inseminação o sêmen deve ser depositado na porção anterior da vagina, o mais perto possível do colo, podendo utilizar como instrumento simples seringa alongada com um tubo de vidro. Este dispositivo não impede o refluxo do sêmen e, para compensar este inconveniente, deve-se manter a fêmea levantada pelos quartos posteriores durante quinze minutos. Em todo o caso, quando a sonda está colocada, as contrações vaginais fisiológicas facilitam a entrada do sêmen no útero.

O emprego de uma sonda, especialmente concebida para a inseminação na espécie canina, provocou uma melhoria sensível desta técnica. Esta sonda tem a particularidade de dispor, na sua extremidade anterior, de um balão inflável que desempenha o papel dos bolbos eréteis do macho, com o qual se evita o refluxo do esperma e se facilita o seu avanço por estimulação das contrações vaginais. A sonda utilizada (dispositivo estéril) apresenta um corpo flexível, que elimina qualquer risco de traumatismo, e um tubo telescópico, terminado numa peça giratória, para depositar o esperma contra o colo do útero sem provocar nenhuma lesão.

Os especialistas recomendam atualmente a utilização de uma sonda mais fina que permita atravessar o colo e praticar a inseminação intrauterina. Em geral, os resultados são melhores.

Independente do método utilizado (assistência ao acasalamento ou utilização de esperma congelado, se possível a inseminação deverá ser feita duas vezes, em intervalos de quarenta e oito horas.

O sucesso da operação está ligado, em grande parte, à escolha da data da intervenção, a qual deverá ocorrer o mais próximo possível da ovulação. Para isso é indispensável à aplicação da técnica do esfregaço das células vaginais.

Uma recomendação importante é de antes de proceder à inseminação examinar o esperma para controlar sua qualidade.

Fonte: Dog Times

Data: 31/12/2012

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