Cachorro com medo de fogos: Dicas para amenizar esse problema

O cachorro com medo de fogos é muito comum no mundo pet. Com as festas de fim de ano, muitos tutores se preocupam com a reação de seus “filhos de quatro patas” mediante ao barulho alto que eles causam. Nesse sentido, mesmo o cão mais confiante e equilibrado pode ficar assustado com os sons que não são familiares.

Diferente dos humanos, os pets têm os ouvidos bem mais sensíveis. Por isso, os fogos podem ser algo difícil de aguentar. Eles ainda podem associar o excesso de barulho como uma ameaça imediata.

Quem nunca viu um cão com medo de fogos que por nervosismo sai correndo pela casa, busca esconderijo, estraga os móveis, tentam fugir e até fica agressivo? Pois é, essas reações são normais e instintivas. Mas, a boa notícia é que existem algumas ações que amenizam esse problema. Quer saber quais são? Então, continue lendo esse artigo!

Dicas valiosas para ajudar o cachorro com medo de fogos

Cachorro com medo de fogos

Os cães não têm a capacidade de entender que os fogos são uma comemoração. Já que, para eles qualquer barulho fora do normal é considerado sinal de perigo. Por isso, que rojões causam tanto medo. Para evitar que se machuquem é importante conhecer algumas dicas que ajudarão os pets ficarem mais calmos durante a queima de fogos.

#1 Desensibilize o cão ao barulho de fogos

Algumas vezes é possível dessensibilizar o cão com o barulho, fazendo com que ele se acostume. Coloque os sons de fogos de artifício para o pet ouvir e no decorrer dos dias vá aumentando o volume gradativamente. Além disso, associe esse momento com algo que ele goste. Por exemplo, petiscos, brinquedos e carinho.

#2 Evite deixar o animal sozinho

O cachorro com medo de fogos não deve ser deixado sozinho, por ser um momento delicado. Dessa forma, você consegue acompanhar as possíveis reações e intervir em casos mais graves.

#3 Passeie com o pet

Fazer passeios longos ou brincar até que o animal se canse é uma boa alternativa para que no momento da queima de fogos ele esteja com suas energias esgotadas.

#4 Tutor, não mude seu comportamento

Grande parte das pessoas tendem a mimar e/ou acolher o cachorro com medo de fogos. Mas, não faça isso! Assim, em vez de ajudá-lo você estará reforçando o receio do animal, pois ele associa medo ao afeto.

#5 Disfarce ao máximo o barulho dos fogos

Adote algumas medidas que camuflem o som dos fogos. Como por exemplo, ligar a televisão, rádio, ventilador, fechar as portas e janelas.

#6 Distraia o animal

Brinquedos interativos, petiscos e outras distrações podem ajudar para que o cachorro com medo de fogos não fique tão alerta.

Quanto antes, melhor!

Desde filhote, o cão deve entender que o barulho dos fogos não representa perigo e que é algo passageiro. Porém, caso o tutor não condicione o animal da forma correta ele pode desenvolver essa fobia que pode resultar em outras complicações, tais como:

– Estresse

– Depressão

– Insegurança

– Agressividade

Corrigir um problema em um animal adulto que já desenvolveu um trauma é muito mais difícil, em alguns casos até irreversível. Por isso, é necessário iniciar o processo de adaptação já no primeiro ano de vida do cão.

Sabendo de tudo isso, você deve estar se perguntando o que fazer caso uma emergência ocorra, não é mesmo? Veja sobre o assunto em seguida!

O que fazer caso uma emergência aconteça?

O metabolismo de cada animal funciona de forma diferente, e a hora “H” pode ser mais longas para alguns pets, tanto quanto mais curta para outros. Em vista disso, é importantíssimo estar preparado para situações emergenciais.

É importante saber que caso o pet sofra algum acidente não tente medicá-lo em casa sem a orientação médica. Levar o animal imediatamente ao veterinário, pode fazer a diferença na vida do animal.

Em casos graves, cada segundo é extremamente valioso. E quanto se trata de emergências e pronto atendimentos sempre há uma surpresa. Por isso, é essencial que os profissionais que atuam nessa área sejam totalmente capacitados. Já que, um erro pode ser muito significativo para a recuperação ou piora do animal atendido.

E você, médico veterinário, está preparado para enfrentar situações emergenciais? Quanto mais preparado você estiver, maiores são as chances de ter aquela maravilhosa sensação de que desempenhou seu papel da melhor maneira possível.

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Atualizado em: 1 de abril de 2020

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